
Conformado com a derrota (duplo 3-6), mas algo desiludido com o seu desempenho. Foi assim que João Sousa, atual 254.º do "ranking" mundial, resumiu o seu encontro com o canadiano Milos Raonic, respeitante à segunda ronda da edição 22 do Estoril Open.
"É sempre bom poder jogar no campo principal do Estoril Open, ainda por cima numa segunda ronda, sinal de que já se passou uma eliminatória. No entanto, confesso que esperava fazer algo mais. Entrei para ganhar, mesmo sabendo das dificuldades. O problema é que, para além de o adversário ser muito forte, não joguei o meu melhor ténis"; admitiu o vimaranense.
Sousa não tem problemas em dizer que o canadiano é mesmo um tenista acima da média. "É um grande jogador, que está a evoluir imenso e a realizar uma época de enorme qualidade. Nunca defrontei ninguém com um serviço tão forte", acrescentou.
O tenista nacional não sabe, ao certo, a razão de não ter conseguido fazer tudo o que estava ao seu alcance. "Servi mal e faltou-me alguma consistência no fundo do campo. Estive sempre algo ansioso, preso de movimentos. Decididamente, o meu ténis não saiu todo. Queria ter feito mais, mas não aconteceu", lamentou.
Mas, apesar de não ter conseguido atingir os quartos-de-final, Sousa faz um balanço positivo da passagem pelo Estoril Open. "Ganhei uma ronda, diverti-me, estive com a minha família e amigos e isso é o mais importante. Agora, é começar a pensar já nos próximos torneios", finalizou.
em. record.pt





